Uma noite vingativa bate nas janelas
Com seus matizes traiçoeiros
Pede uma fresta a entrar.
Sussurra versos de amor
Tão indefeso é o sono
Que lhe concede a graça.
A noite, então, espreita sorrateira
E, pela fresta, invade a casa inteira.
Num suspiro, enche de sonhos o dormente
Os versos da noite se esvanecem nos quartos
E quem dorme fica à toa,
Esperando que a noite lhe seja boa...
domingo, 13 de dezembro de 2009
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